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Educação Inclusiva é tema de especialização para professores do município

A Terapeuta se reuniu com professores e pais de alunos para instruí-los sobre as crianças com Transtorno do Espectro Autista

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Professoras da Rede Municipal em encontro com a Terapeuta Ocupacional Amanda Ferraz - Imagem Divulgação

Professoras da Rede Municipal em encontro com a Terapeuta Ocupacional Amanda Ferraz - Imagem Divulgação

Por Carina Costa - Divisão de Comunicação

Publicado em 10/11/2022 15h55

A Prefeitura Municipal, através do Departamento de Educação realizou um projeto com a Terapeuta Ocupacional Amanda Maria Carnelossi Ferraz para instruir os professores da rede municipal sobre como aplicar atividades produtivas para os alunos com TEA (Transtorno do Espectro Autista).

A especialização de Ensino Inclusivo para o aluno autista tem o objetivo de auxiliar os professores da rede pública, em como lidar com certas situações que podem ser novas, e apresentarem certa dificuldade dentro do âmbito escolar, além de oferecer aos educadores novas estratégias que serão utilizadas para que o estudante com TEA tenha acesso ao aprendizado das disciplinas e meios de serem avaliados, permitindo uma aprendizagem que seja efetiva.

O projeto aconteceu em diversas etapas, e a última reunião aconteceu na última quarta-feira (09/11). Durante os encontros, Amanda ressaltou diversos pontos importantes sobre como ajudar as crianças autistas no convívio com outros colegas tanto em casa como na escola.

Além de atender aos professores das escolas Maria da Glória Robert Lima de Almeida e Tereza Yalent Perosa, os pais dos alunos autistas também foram ouvidos e tiraram algumas dúvidas com a Terapeuta. “Quando os pais se deparam com a situação, muitas vezes, não querem aceitar, acabam não buscando tratamento, e atrasa a melhora no desenvolvimento pessoal da criança tanto na escola, como no convívio familiar”, explicou a TO Amanda.

Ela ressaltou ainda como é importante a procura de ajuda e tratamento precoce: “quanto mais cedo iniciarem o tratamento mais rápido conseguem se habituar, e para isso os pais devem se atentar aos seus filhos, e caso algum profissional da educação entre em contato sobre alguma situação, devem levar ao médico para uma avaliação, pois a saúde e qualidade de vida das crianças agrega muito ao desenvolvimento escolar, e com o tratamento correto, eles passam a conviver mais felizes,” finalizou a TO Amanda Ferraz.

Nesta notícia: educação inclusiva

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